Como Anda O Mercado Imobiliário Brasileiro

Foto: Afonso Lima - StockXchng - SXC

Desde que comecei a trabalhar com imóveis venho me deparando com pessoas que tem muito interesse em comprar mas que fica na incerteza do momento certo, pois elas ouvem dizer que os preços estão altos e que talvez não seja o melhor momento, principalmente se a ideia é comprar para investir, então elas estão pensando em esperar um pouco para ver se os preços baixam porque acham que está virando uma bolha.

No final do parágrafo acima existem alguns pontos que estão se tornando mitos e que pretendo esclarecer, sem querer ser o dono da verdade.

O primeiro deles é que se compararmos os preços de hoje com os de 10 anos atrás realmente teve uma valorização forte, mas isto não significa que está alto. O que acontece hoje é que os preços estão começando a se aproximar da realidade econômica do Brasil e também começando a acompanhar os preços internacionais.

Mas reforço que está apenas começando! Pois o país vive em franca expansão a caminho de se tornar uma das mais fortes economias do mundo nas próximas décadas, e atraindo investimentos de todos os lados, também por conta de dois dos principais eventos do mundo (Copa do Mundo e Olimpíadas). Mas não podemos colocar este crescimento apenas na conta destes eventos já que o caminho que o país está trilhando vem de muito antes da definição dos locais onde eles serão realizados em 2014 e 2016.

O segundo ponto é que esperar os preços baixarem é perder timing do negócio, porque a menos que aconteça uma tragédia colossal na economia mundial os preços não vão baixar, pelo contrário, vão continuar a subir. Talvez reduza o ritmo da subida, mas continuará subindo.

E o terceiro e último destes mitos é o da bolha. Muita gente pergunta se não existe risco de acontecer aqui o que aconteceu nos EUA. Para esta pergunta eu respondo um sonoro NÃO, pois o cenário é completamente diferente.

O problema americano foi bancário. Os bancos americanos davam créditos para as pessoas financiarem até 100% dos imóveis mesmo para quem não tinha a menor condição de comprar. A comprovação de renda não existia, coisa que no Brasil não acontece. Aqui os bancos são muito mais protegidos, a comprovação de renda é necessária e o financiamento máximo é de 80% do valor total do imóvel.

Para se ter uma ideia, o financiamento bancário brasileiro é de apenas 4% do PIB, enquanto em muitos países esta marca ultrapassa os 10% e com alguns casos que chegam a 60%, e o déficit habitacional por aqui ainda é altíssimo, ultrapassando a marca de 6 milhões de imóveis.

Por si só a junção destes dois fatores mostra um cenário ainda mais promissor para o mercado imobiliário, tanto para quem vai vender como para quem vai comprar, seja para morar ou investir.

Em 2009 a Global Property Guide realizou a pesquisa “World´s Most Expensives Residential Real Estate Markets 2009″, com intuito de descobrir os preços do metro quadrado praticado em dezenas de cidades ao redor do mundo. A mais cara como era de se esperar é Monte Carlo (US$ 47.578/m2), seguida por Moscou (US$ 20.853/m2), Londres (US$ 20.756/m2), Tóquio (US$ 17.998/m2), Hong Kong (US$ 16.125/m2), Nova York (US$ 14.898/m2), Paris (US$ 12.122/m2), etc.

A cidade brasileira melhor colocada neste ranking foi o Rio de Janeiro, na 76ª posição (US$ 2.441/m2) e depois São Paulo em 89ª (US$ 1.860/m2). O critério para se chegar a este valor foi: apartamento de 120m2 em boas condições na região central.

É lógico que isto não reflete a realidade de preço, mas reflete a realidade de posicionamento, e como o Brasil é um país em evidência, suas duas maiores cidades podem ser consideradas como cidades de relevância no mundo atual. Portanto com muito potencial de valorização a medida que nossa economia vai se solidificando.

Outro ponto fundamental que pesa muito a favor do investimento em imóveis é a segurança, pois todo mundo sabe que imóvel é um investimento seguro. E o atual cenário favorece muito.

Por conta da valorização quem investe em imóvel hoje em dia consegue uma rentabilidade maior que os investimentos tradicionais (Poupança, CDB, Renda Fixa, etc.). Existem até casos que o investidor imobiliário consegue rentabilidade comparadas ao investimento em capital de risco, mas, sem o risco.

O crescimento do mercado imobiliário é sustentável pelos próximos anos (ou décadas), e investir em imóvel é no mínimo um posicionamento inteligente.

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Vinicius Basaglia trabalha no mercado imobiliário. Formado em Comunicação Social e com MBA em Marketing pela FGV-SP, atualmente trabalha na Lopes (LPS do Brasil) como Consultor de Imóveis (Corretor) onde atende pelo nome de POLO. Enxerga neste mercado uma grande possibilidade de transformação e evolução nos próximos anos, devido à franca expansão econômica brasileira e à altíssima carência de imóveis.

A Copa do Mundo e as superproduções publicitárias

Aqui no Brasil estamos acostumados a ver peças publicitárias relacionadas à Copa do Mundo e ao futebol em si, que apenas limitam-se a “brincar” com nossos hermanos. Sendo que a maioria delas são de cervejarias que buscam sempre apelar para o humor, como é o caso das campanhas da Skol, ou então buscando mostrar um patriotismo que todos sabemos que no Brasil só existe de 4 em 4 anos.

Mas é legal ver campanhas que além de querer vender, que é a prioridade de qualquer campanha, primam por produções cinematográficas, onde empresas como Nike e Adidas, além de querer mostrar seus produtos com suas estrelas, também travam batalhas onde o capricho técnico chama atenção.

Abaixo seguem 3 filmes que pegam carona na Copa do Mundo, o primeiro é da Nike e mostra como a paixão pelo futebol pode transformar heróis em vilões em um piscar de olhos, na sequência tem um filme da Adidas, protagonizado por Messi, Zidane de David Villa para promover as chuteiras F50. E por último tem um belo vídeo onde os protagonistas são a seleção australiana e os personagens símbolos da África. O fato curioso deste último vídeo é que um país sem um mínimo de tradição futebolística (o esporte nº 1 deles é o rugbi) consegue produzir um filme publicitário que dá de goleada em qualquer produção do gênero do país do futebol.

Projeto Eco Coke Bottle

Interessante o projeto Eco Coke Bottle do estudante Andrew Kim. Em tempos onde a consciência ecológica começa a ditar os rumos de diversos setores do mercado, este projeto além de possuir um design bacana, permite ganho de espaço e facilita, muito, o trabalho de reciclagem.

O próprio Andrew Kim definiu o projeto da seguinte maneira: “transformar a estrutura cúbica de bebidas engarrafadas, permitindo um ganho significativo de espaço de armazenamento e eficiência para a reciclagem”.

É um passo importante para eliminar as garrafas Pet, que são notoriamente reconhecidas como inimigas da natureza. Enfim, é o design trabalhando em prol do meio ambiente.

Better Together

O site de relacionamentos Match.com resolveu lançar mão de uma campanha para atrair novos adeptos, para isso contou com a colaboração da FWYstudios. O resultado é uma bela animação de 1 minuto e um jingle muito bem produzido. A ideia é mostrar que todo mundo tem sua cara-metade, e se vc ainda não encontrou a sua, a Match.com pode ajudar.

O desenrolar da história mostra vários encontros que deram certo, como por exemplo: o morango e o creme, o leite e o cookie, o garfo e a faca, etc.

Knorr Salty – Quem Não Quer Um Deste?

A DDB de Toronto, no Canadá, encontrou um maneira divertida e encantadora de mostrar a linha de produto Sidekicks da Knorr. Este produto é um tipo de sal com menos sódio, o que acaba resultando em um produto mais saudável. Na campanha criada, o personagem principal é o saleiro, que é chamado de Salty. Ele acaba perdendo o emprego, foge de casa, tenta um novo emprego, tenta arranjar uma namorada e por fim, tenta de disfarçar de pimenta.

O buzz em torno da campanha foi imenso, tanto que a Knorr disponibilizou o Salty para ser “adotado” (aqui) por U$ 14,99, ou o consumidor pode ganhar um, na compra de três produtos da linha Sidekicks. Acredito que o que não vai faltar, é gente querendo adotar o Salty, já que ele acaba passando de vilão para o papel coitadinho indefeso.

A campanha conta ainda com amplo uso das redes sociais, através do Twitter e do Facebook. Abaixo segue a saga do Salty, em sua triste vida pós Sidekicks.

Pesquisa de Mercado – Investimento ou Despesa?

Atividade feita para a matéria Pesquisa de Mercado, do curso de MBA em Marketing da Fundação Getúlio Vargas.

Diante do atual cenário de competição entre as empresas, onde cada uma tem que buscar entender cada vez mais a cabeça do consumidor, e se antecipar frente aos seus concorrentes na busca pelo lugar ao sol nos mais variados tipos de mercado, a Pesquisa de Mercado se faz necessária como um dos principais pilares do planejamento, para qualquer empresa que quer participar de um mercado, e principalmente, se o objetivo é ser protagonista deste mercado.

foto: Fernando Mengoni (via SXC)

Esta análise busca mostrar a importância da Pesquisa de Marketing nos dias de hoje, mostrando quando elas podem ser consideradas um importante investimento, e também, quando ela não passa de uma despesa. Entender este dilema é a chave para o sucesso de qualquer planejamento de negócios, pois possibilita a criação ou adequação de produtos ou serviços, com aquilo que o mercado-alvo espera, possibilita também o monitoramento do ambiente e dos concorrentes, ajudando os executivos a detectar possíveis problemas, fazendo com que as empresas corrijam a rota, ou ainda, ajuda a enxergar oportunidades que ainda não haviam sido percebidas pela “intuição”, possibilitando uma antecipação ao mercado, e em alguns casos, levando a empresa ao tão sonhado “oceano azul”.

A Pesquisa de Mercado, em muitos casos, é encarada como uma coisa a ser feita para confirmar algo que algum executivo de determinada empresa já sabia. Olhando desta ótica a Pesquisa realmente é uma despesa, pois ela já será iniciada fadada ao fracasso. Pois mesmo que a tal pesquisa aponte uma direção diferente da tomada pela empresa, ela será subtilizada porque muitas pessoas preferem acreditar na sua intuição. Esta pesquisa já está errada na essência, e não vai passar apenas de mais uma fatura para o departamento financeiro pagar, pois todos os fatores que fazem uma pesquisa obter sucesso e retorno, para ser caracterizada como um investimento, foram ignorados, entre estes fatores estão, o próprio objetivo da pesquisa, porque sem um objetivo claro, não se obtém resultados claros, os dados coletados não serão transformados em informações importantes para as tomadas de decisões. Uma pesquisa não pode ter objetivos múltiplos, porque faz com que a clareza dos dados que posteriormente serão transformados em informações, se disperse. Isso faz com que o briefing da pesquisa tenha um papel fundamental para o sucesso da mesma.

Outro fator que transforma a pesquisa em uma despesa inútil é com relação ao tempo, porque muitas pesquisas são realizadas quando não há mais tempo para mudar uma decisão, caso a pesquisa aponte que esta decisão foi errada. As empresas que agem desta maneira, estarão sempre dependendo do feeling de uns poucos executivos para obter sucesso, e o feeling muitas vezes falha.

Por outro lado, quando a pesquisa é executada de maneira correta, com objetivos definidos, com tempo suficiente para correção de rota quando necessário, e com pessoas realmente engajadas na tarefa de conhecer seu consumidor e seu mercado. As Pesquisas de Mercado, são um investimento com alto potencial de retorno, pois possibilitam o lançamento de produtos ou serviços no tempo certo e correspondente ao que o mercado necessita, evitando assim, fiascos e prejuízos financeiros, e em muitos casos até prejuízos de marca, pois um produto mal sucedido resulta em uma imagem ruim para a empresa que o lançou, causando arranhões que só serão esquecidos (quando esquecidos) com um investimento muito maior do que a contratação de uma pesquisa.

A Pesquisa de Marketing, também é uma importante ferramenta para se avaliar o resultado das ações de Marketing, e suas aplicações vão desde a escolha de um ponto de venda/distribuição, passando pela escolha da maneira adequada de comunicar um produto ou serviço, e até para ter um feedback de como determinada marca é percebida ou lembrada pelo consumidor. A Pesquisa de Marketing, também desempenha importante função em testes de mercado, testes de produtos, embalagens e rótulos, e também em testes de campanhas publicitárias.

O que talvez cause certa restrição por parte de alguns profissionais com relação ao termo pesquisa, é o fato de que, pela falta de conhecimento, muitas pessoas acreditam que é algo extremamente complexo de ser feito, mas isto depende muito do tipo de pesquisa. O objetivo da pesquisa é que define a forma como os dados serão coletados para posterior transformação em informações. As metodologias de pesquisa envolvem três tipos diferentes, que são: estudos qualitativos, que não são estatísticos e permitem um maior conhecimento das motivações, razões, rejeições e aceitações de um grupo; estudos quantitativos, que são baseados em estatísticas que mostram as características de uma determinada situação; e os estudos combinados, que envolvem as informações dos dois tipos de estudos citados anteriormente.

Já a coleta de dados é feita de duas maneiras: os dados primários, que são obtidos através de uma pesquisa específica sobre determinados assuntos; e os dados secundários, que são dados obtidos de uma maneira mais simples, normalmente podem ser coletados na empresa ou no mercado. Estes dados podem ser divididos em internos e externos. Os dados secundários internos são gerados dentro da própria empresa, e os dados secundários externos, como o próprio nome diz, são obtidos através de consultas a diferentes instituições.

Não quero dizer que as pesquisas são o oráculo do mercado, porque não são. Não existe bola de cristal para resolver os problemas e apontar a direção exata. Tudo na vida, em qualquer setor, pessoal ou profissional, no mercado B2B ou B2C, têm seus riscos e suas probabilidades de erros e acertos. O que a Pesquisa de Mercado busca, é fundamentalmente reduzir as chances de erros, e consequentemente, aumentar as chances de acerto, tentando levar estas chances (de acerto) ao mais alto nível possível.

Um caso recente de produto que foi lançado e ficou um pouco aquém das expectativas, e que talvez tenha deixado a desejar um pouco no direcionamento para o que o consumidor espera, foi o tão aguardado tablet da Apple, o iPad. Cito este caso não por achar que não houve pesquisa, pois uma empresa como a Apple que é referência de inovação e tecnologia, não cometeria um erro primário destes. Acredito que tenha faltado um pouco de “vontade” de atender os anseios do mercado, e com muita confiança no feeling, pois o produto foi lançado apenas como mera reprodução em formato maior do iPod Touch, com algumas funções novas, como por exemplo a loja de livros virtuais. Mas o que muitos consumidores realmente desejavam e esperavam deste produto, e que qualquer pesquisa de mercado apontaria, era algo que nem é tão inovador, como por exemplo a possibilidade de acessar conteúdo em Flash, que é mundialmente disseminado, inclusive para a reprodução de vídeos na web. E também uma plataforma que permita a realização de várias tarefas (multitask).

Talvez esta falta do Flash seja até uma decisão estratégica, para “forçar” o uso de outro produto da Apple, que é o Quicktime. Mas até que ponto esta decisão é benéfica para a empresa? O lado positivo é que a Apple apenas divulgou o produto, mas não o lançou. O lançamento ocorrerá em março, ou seja, ainda há tempo para uma correção de rota, e neste caso a Apple nem precisará se esforçar e investir muito em pesquisa para colher as primeiras impressões a respeito do produto, já que estão disponíveis em qualquer página que trata de tecnologia na internet, disponíveis como fonte de dados secundários externos.

A grande dificuldade que muitas empresas tem em entender o quanto uma Pesquisa de Mercado é benéfica, está justamente na dificuldade que esta empresa tem para conceber e iniciar o processo de pesquisa ou contratação de pesquisa. Porque se este processo for mal iniciado, o resultado trará à luz uma perspectiva de que a Pesquisa de Mercado é apenas mais uma despesa que o departamento de Marketing insiste em trazer.

O uso do feeling, não passa de uma aposta, e como qualquer aposta, tem chances de erro e consequentes prejuízos à empresa.

A mudança desta mentalidade passa necessariamente pela obtenção de bons resultados, que só serão conseguidos através de um briefing bem elaborado, com objetivo claro, e realizado por uma equipe que está determinada a extrair informações relevantes desta pesquisa.

Atividade feita para a matéria Pesquisa de Mercado, do curso de MBA em Marketing da Fundação Getúlio Vargas

Os Shows do Intervalo do SuperBowl

Ontem tivemos o grande evento esportivo americano, o SuperBowl XLIV, que aconteceu em Miami e teve como grande vitorioso o New Orleans Saints, que atropelou o grande favorito Indianápolis Colts, o jogou terminou com o placar de Saints 31×17 Colts. Mas como se não bastasse apenas o jogo, o evento ainda conta com duas grandes atrações, o show que acontece no intervalo do jogo, que ontem foi protagonizado por ninguém menos que The Who, cantando seus principais sucessos.

Um ponto que chama bastante atenção é a impressionante organização na montagem do palco para este show do The Who, porque o palco é montado no meio do campo, assim que as equipes vão descansar, e não é qualquer palco, é um belíssimo palco, cheio de parafernálias visuais, o resultado final realmente impressiona, é o tipo de coisa que só um campeonato que movimenta bilhões de dólares por temporada pode proporcionar. Provavelmente a NFL é o campeonato mais forte do mundo, isto fica comprovado na taxa de ocupação dos estádios, que fica na média de 90%, e não estamos falando de estádios pequenos, alguns times tem estádios com capacidade superior a 100 mil lugares.

Outro show que acontece, também relacionado ao intervalo, são os breaks comerciais. A veiculação no SuperBowl é a mais cara do mundo, e por isso os anunciantes sempre procuram veicular comerciais inéditos e muitos são produzidos especialmente para o evento. Abaixo seguem alguns:

Se vc quiser ver todos, acesse a página do USA Today, lá você também votar no AdMeter, até o momento o comercial do Snickers está na frente.

No Que Acreditar?

A cada dia que passa fica mais difícil acreditar no que os olhos vêem, digo isso porque a computação gráfica, chegou a um ponto que supera a realidade, e quando digo “computação gráfica” me refiro desde os tratamentos de fotos, passando pelas técnicas de Chroma Key, até os filmes que são inteiramente produzidos em 3D. Não conseguimos mais diferenciar o que é real do que é digital. Quem viu Avatar no IMAX, sabe o que estou querendo dizer, durante o filme às vezes era difícil acreditar que os gigantes azuis (Na’vi) não eram reais, e que aquelas montanhas que flutuam também eram fruto da criação “divina” digital. Saí do cinema querendo ter um dragão voador de estimação para escapar do trânsito de Sampa.

Chegamos ao ponto de, em alguns países europeus, começarem a cogitar a proibição do uso de manipulação de imagem (o famoso Photoshop) na propaganda, tudo para que as adolescentes e mulheres não se sintam pressionadas com um estereótipo de beleza “fabricada” pelo photoshop, ao folhear uma revista de moda.

Com todo este avanço, estamos chegando na era do cinema feito por apenas uma pessoa. Abaixo coloquei um vídeo chamado “The Third & The Seventh”, este vídeo foi todo feito digitalmente, nada do que está ali é real, e para provar isso, mais abaixo coloquei um vídeo mostrando algumas etapas do processo de criação, tudo foi feito por apenas uma pessoa, Alex Roman. Pois é, acreditem, este cara fez todas as etapas do vídeo, que são: modelagem 3D, texturização, iluminação, renderização, pós-produção, edição, mixagem, orquestração, e… ufa… direção.

Abaixo destes 2 vídeos, disponibilizo mais um, que é uma amostra do que uma boa produtora pode fazer com o Chroma Key.

Olimpíadas de Inverno by BBC

Para anunciar a cobertura das Olimpíadas de Inverno, que começam no próximo dia 12, em Vancouver, no Canadá, a BBC produziu uma vídeo de 40″. É uma bela animação onde o herói é um Inuit (esquimó), que para se livrar dos perigos que o mundo gelado reserva, ele faz uso de algumas modalidades que estarão presentes no evento, como snowboard, ski e luge. O trabalho foi realizado por Craste Marc e Jon Klassen, e produção do estúdio AKA. O vídeo você confere abaixo:

Art is what we’re doing when we do our best work

Costumo ler um blog chamado Seth’s Blog é de um grande profissional de marketing e escritor chamado Seth Godin, e alguns textos que ele escreve são inspiradores, aliás, a maioria eles.

São textos que tratam de diversos assuntos, e tomei a liberdade de reproduzir um em especial, que ele postou no dia 25 de janeiro. Chama-se Making Art,  e ele lista os 3 elementos fundamentais para isso (na concepção dele), mas que eu concordo, tanto que usei a última frase como título do post.

Já li um de seus livros, chamado The Dip, no Brasil chama-se “O melhor do mundo”, é um livro que trata um pouco de auto-ajuda, mas é bem gostoso de ler. Abaixo segue o post a que eu me referi, para quem gostar, recomendo assinar o feed RSS do blog dele.

My definition of art contains three elements:

  1. Art is made by a human being.
  2. Art is created to have an impact, to change someone else.
  3. Art is a gift. You can sell the souvenir, the canvas, the recording… but the idea itself is free, and the generosity is a critical part of making art.

By my definition, most art has nothing to do with oil paint or marble. Art is what we’re doing when we do our best work.

Seth Godin

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